Total de feminicídios bate recorde histórico em 2019

14/01/2020

Número de crimes desse tipo são os maiores da História

O número de feminicídios em São Paulo bateu recordes negativos em 2019. De acordo com os boletins de ocorrência disponibilizados pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP), foram 154 casos registrados entre janeiro e dezembro.

Esse número é maior do que o total de casos registrados em 2018: 134. Mais do que isso: é o maior número desde 2015, quando o crime de feminicídio passou a ser distinto dos outros tipos de homicídio.

No Brasil, a cada 100 homicídios, apenas 6 são solucionados.

Mas em questão de feminicídio a diferença é gritante: a cada 100 crimes, 79* foram solucionados. E isso acontece porque, quase sempre, o crime é cometido pelo namorado, esposo ou ex. Dos 154 casos citados pela SSP, 105 foram cometidos dentro da casa da vítima.

Portanto, é importante se proteger!

A escritora Cristiane Cardoso, autora do best-seller “Casamento Blindado”, explica que é fundamental procurar auxílio em casos de violência doméstica. Isso porque, quase sempre, os casos de feminicídio acontecem em famílias com histórico de agressões à mulher.

“Você tem ali uma raiz de raiva e você tem que lidar com ela. Ela é perigosa, ela pode levar uma pessoa a fazer coisas horríveis”.

O primeiro passo é denunciar à Polícia. Hoje a mulher pode buscar socorro nas delegacias especializadas no atendimento às mulheres, ou ligar para o número 180, que é da Central de Atendimento à Mulher.

“Se você está casada com uma pessoa que não tem controle de si mesma, é sua responsabilidade fazer alguma coisa a respeito”, afirma Cristiane.

Também é possível encontrar apoio no programa social da Universal voltado ao atendimento de mulheres violentadas, o Raabe. O projeto oferece apoio espiritual, psicológico e até judicial. Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre ele:

*79% é a quantidade de casos solucionados em São Paulo entre janeiro e novembro de 2019


  • Andre Batista / Foto: Getty Images

Dicas para ter um 2020 diferente

04/01/2020

Estabeleça essas metas e tenha o melhor ano de sua vida

Todo fim de ano a cena é a mesma: pessoas se abraçam, desejam coisas boas e esperam que o novo ano seja melhor que o anterior. Mas, para que isso se torne realidade, é preciso muito mais do que boa vontade. É necessário que suas atitudes acompanhem as mudanças almejadas.

O primeiro passo para isso acontecer é investir na sua vida espiritual, que lhe dará estrutura para enfrentar e vencer todas as batalhas que surgirem. Com a Salvação em dia e a fé em alta, é impossível que você seja derrotado. Acompanhe abaixo uma série de metas para que você tenha um 2020 realmente abençoado.

O cristão deve manter contato constante com o Altíssimo por meio da oração. Entenda que isso não significa que você deve, necessariamente, falar o tempo todo. Na verdade, sua mente deve estar conectada com as coisas do Alto e seus olhos atentos para identificar e fugir das ciladas colocadas pelo diabo.

“Para ter forças, paciência e perseverança, a fim de suportar as dores e permanecer salvo, a comunhão com Deus, por meio das orações, jamais pode ser negligenciada. É impossível receber as respostas de Deus quanto às Suas promessas e, sobretudo, manter a Salvação, sem uma vida de oração”, orienta o Bispo Edir Macedo na Bíblia comentada.

Se por meio da oração falamos com o Senhor, é por meio da Sua Palavra que Ele nos responde, fortalece e orienta. O Bispo Macedo afirma que ela dá o discernimento para tomarmos decisões e evitarmos tropeços, quedas e termos benefícios diários e eternos.

“Quem medita na Palavra e se submete a ela jamais se desviará da fé. Aqueles, porém, que ignoram Seus conselhos e decidem seguir os próprios caminhos, além de se envolverem em problemas, correm o risco de perder a Salvação”, alerta.

O jejum pode ser considerado uma oração mais fervorosa do que a feita com os lábios. É importante, pois nele há gemidos inexprimíveis da alma em busca de objetivos pessoais ou coletivos.

Entretanto, ele não tem nenhum valor espiritual se, durante a sua prática, a pessoa não estiver em espírito de oração e humilhação diante do Pai.

Uma ideia muito presente no cristianismo moderno é a de que não é preciso frequentar a igreja, já que podemos orar, ler a Bíblia e ter comunhão com Deus em casa.

Contudo, a igreja física tem papel fundamental na manutenção e no desenvolvimento da fé. “É engano pensar que a participação nos cultos e o envolvimento nas atividades evangelísticas são dispensáveis, pois é assim que interagimos uns com os outros e nos estimulamos espiritualmente. Erra quem acredita que pode caminhar na fé isolado de todos, rejeitando a determinação Divina”, diz o Bispo Macedo.

“Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros…”

Hebreus 10:25

Sem o Espírito Santo, o cristão não conseguirá se manter firme até o fim. O Senhor Jesus frisou Sua importância, quando afirmou que não deixaria Sua Igreja órfã e que enviaria o Consolador (leia João 16:7-13).

O Espírito Santo possui a mesma natureza, os mesmos atributos e os mesmos propósitos Divinos. Isso possibilita que Pai e Filho continuem com os Seus servos na terra.

“O Senhor Jesus foi o Guia, o Instrutor e o Protetor enquanto esteve com os discípulos. Ele os sustentou nos fracassos e nas tristezas e suportou os erros deles como um fiel Amigo. Embora o Espírito Santo seja uma Pessoa distinta da Trindade, Ele é igualmente Deus e cumpre perfeitamente o papel de amparar e guiar o homem rumo à vida eterna”, fala o Bispo.


Num tempo em que as redes sociais e o acesso à informação são tão difundidos, muitos cristãos ignoram o perigo de ter estreitas amizades com pessoas perversas e corrompidas moral e espiritualmente. Não entendem que é impossível conviver com alguém e não ser influenciado, de alguma forma, por suas ideias.

“Saber selecionar o círculo de amizades é essencial para quem deseja manter a fé, o temor e a conduta irrepreensível diante de Deus. Estaremos sempre em contato com pessoas dos mais variados tipos, mas devemos limitar a nossa convivência com elas, para que não sejamos afetados por seus costumes”, explica.

“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.”

1 Coríntios 15:33


  • Rafaella Rizzo / Fotos: Reprodução

Papa Francisco dá tapas na mão de uma mulher, após ser puxado

04/01/2020

Como seria se o incidente tivesse acontecido na Universal?

No dia 31 de dezembro último, na Praça de São Pedro, localizada no Vaticano, o Papa Francisco deu dois tapas na mão de uma mulher asiática que o puxou pela mão, enquanto ele cumprimentava fiéis. Confira as imagens:

Visivelmente irritado, o Papa gerou reações diversas nas redes sociais. De um lado, houve quem saiu em sua defesa. Do outro, houve quem discordou da falta de paciência do líder religioso.

Porém, somente na primeira missa do ano, ocorrida ainda no dia 1º de janeiro, o Papa comentou sobre a agressão: “Tantas vezes perdemos a paciência; também eu, e peço desculpas pelo mau exemplo de ontem”.

Com uma pesquisa rápida pelos buscadores de sites, é possível perceber que a mídia nacional e internacional amenizou (e, em alguns casos, até ignorou) a situação.

E se tivesse sido na Universal?

Entretanto, o incidente nos faz pensar sobre o preconceito de parte da imprensa e da sociedade contra a Universal. Tradicionalmente, fakenews (notícias falsas) são criadas contra a Igreja com o intuito de atacar a sua imagem e de seu líder e fundador, o Bispo Edir Macedo. Por exemplo, no fim de 2017, a rede de televisão portuguesa TVI iniciou uma campanha difamatória contra a Universal. Contudo, a Procuradoria-Geral da República em Portugal não detectou irregularidades contra a Igreja e o caso foi arquivado pelo Ministério Público de Portugal, em maio do ano passado. Similarmente, aqui você pode conferir uma coleção de histórias de pessoas que foram enganadas pelas fakenews contra a Universal. Provavelmente, se o incidente tivesse ocorrido no Templo de Salomão ou em uma das igrejas, a reação de parte da mídia e da sociedade não teria sido tão pacífica e omissa quanto foi com a instituição religiosa romana.

Cuidado com a mídia preconceituosa

O sociólogo Zygmunt Bauman, já falecido, explicava que o mundo atual vive uma “modernidade líquida”. Ou seja, basicamente, o mundo perdeu a sua relativa solidez nos modos de pensar, sentir e agir, por exemplo, e, hoje, vive uma constante instabilidade refletida em toda a sociedade. Um dos elementos responsáveis por este cenário contínuo de incertezas é a internet, onde pessoas podem disseminar seus pensamentos livremente, mas que, às vezes, são carregados de crenças pessoais falaciosas.

Em seu livro “O mal-estar da pós-modernidade”, Bauman explica: “… a palavra ‘verdade’ simboliza nos nossos usos uma determinada atitude que adotamos, mas acima de tudo desejamos ou esperamos que outros adotem…”. Porém, vale ressaltar que há veículos ou profissionais que tentam impor forçosamente a sua visão de mundo – ou “verdades” – sobre outras pessoas.

Você, provavelmente, deve se lembrar de algum caso envolvendo materiais “jornalísticos” alimentados com exageros nos fatos, excessos de adjetivos ou discursos ideológicos – só para citar alguns exemplos – espalhados pela rede virtual. A simples escolha das palavras, igualmente, reflete esta tentativa de influenciar a mente do consumidor de conteúdo. Um exemplo seria quando o material traz a palavra “terroristas” em vez de “militantes”. Popularmente, são as chamadas “notícias tendenciosas”.

Saiba filtrar as informações

Contudo, o papel do jornalismo é garantir que os fatos – e não as invenções – sejam respeitados. Só para ilustrar, em seu livro “A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística”, o jornalista e professor Nilson Lage esclarece sobre os cuidados que devemos ter quando procuramos por informações na internet: “… não se sabe se o que está na internet é verdadeiro, se resulta de um trabalho sério, de mera especulação ou fantasia. Quanto a isso, os sítios podem ser grupados em algumas categorias: os mantidos por governos; os de entidades acadêmicas e de classe; os institucionais de empresas e associações; os que operam profissionalmente com informações técnicas, recreativas ou jornalísticas; os comerciais (que vendem produtos e serviços); e os de particulares. Em caso de dúvida, a melhor forma é localizar a instituição provedora e informar-se sobre sua credibilidade”.

Por isso, precisamos ser consumidores mais críticos dos conteúdos da internet. Sobretudo, com relação à imprensa que se disfarça de “credibilidade”. Do contrário, permaneceremos escravos das agendas de assuntos que pessoas mal-intencionadas desejam implantar.


  • Daniel Cruz / Foto: Reprodução Twitter 

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